13 de janeiro de 2012

Ronaldo Werneck Hoje na Barca dos Livros

 

POETA RONALDO WERNECK LANÇA NA BARCA DOS LIVROS SUAS CONTROVÉRSIAS E OUTRAS CRÔNICAS, ENSAIOS E POEMAS

Na sexta-feira, 13 de janeiro de 2012, a partir de 20 horas, o poeta e cronista Ronaldo Werneck, mineiro de Cataguases, lança na Barca dos Livros (Biblioteca Comunitária Barca dos Livros/Rua Senador Ivo D’Aquino, 103, Lagoa da Conceição – Florianópolis) seu mais novo livro de crônicas, Há Controvérsias 2 (Editora Arte Paubrasil, São Paulo, 2011) .
É do dia a dia de Minas e do mundo – de “futebol e cinema, de canções e poesia” – que trata mais uma vez Werneck, dando continuidade às crônicas de Há Controvérsias 1, lançado em 2009. Além de vários inéditos, o livro é formado por textos publicados a partir de 2003 na coluna “Há Controvérsias” que o escritor assina nos jornais Cataguases e O Liberal, de Cabo Verde. Fora Há Controvérsias 2, Ronaldo Werneck lançará também seus livros mais recentes, todos editados pela Arte Paubrasil:  Há Controvérsias 1 (crônicas), Humberto Mauro revisto por Ronaldo Werneck (ensaio-biográfico sobre o cineasta mineiro) e seu mais novo livro de poemas, Minerar O Branco.
“Bom frisar que tudo aqui é lance de dados”, escreve Ronaldo Werneck. “Tudo acaso, tudo controvérsias. Tudo palavra que chama toda palavra. Tudo aqui é prosa, mesmo o que não é – o que aprouve, o que aprazia. O que me põe todo proesia”. Diz o jornalista Zuenir Ventura: “Ronaldo, você não se cansa de me surpreender com essa sua polissemia, polivalência, politalento. Que excelente poeta você é, cara, e que cronista”.
“Qual um documentarista, montando sua obra em sequencias, Werneck dá voz a inúmeros testemunhos que enlaçam diferentes épocas e aspectos da obra de Humberto Mauro, além do próprio diretor em diferentes depoimentos”, escreve a historiadora paulista Sheila Schvarzman no prefácio do livro Humberto Mauro revisto por Ronaldo Werneck, que possui um rico acervo fotográfico e registra importantes momentos da vida de Mauro e do cinema brasileiro.
“Se os acasos da roda viva levam Ronaldo a Veneza, a Paris e induzem a flagrar o Rio como ‘esse cais coalhado de caos’, uma irreprimível pulsão de pretérito o devolve para ‘dentro da minas noite menina/ cristal de sonho arisco’, como se Minas e o resto aparecessem, transcriados, em fragmentos refratados num espelho cubista. Nisso a retórica vanguardista de Werneck é incomparável, poesia com altas taxas de invenção”, diz o crítico paranaense Jair Ferreira dos Santos, prefaciador de Minerar O Branco.
(Fonte: Barca-dos-livros )

3 comentaram:

Eduardo P.L disse...

Lengo,

venho AGRADECER mais uma vez a IMPORTANTE tela que recebi e passou a fazer parte da minha COLEÇÃO de obras de arte de artistas brasileiros. Muito obrigado. Para mim foi uma prazer conhece-los pessoalmente! Uma honra te-lo em minha coleção. Forte abraço

Eduardo P.L disse...

Pronto lembrei: FERREIRA GULLAR, é o autor que tentavamos lembrar o nome ontem a noite! E é dele a frase:

Não quero ter razão. Quero ser feliz
Ferreira Gullar
Eu também!!!!

Lengo D'Noronha disse...

Perfeito. Nossas memórias são diferentes dessas aí dos PCs que estão cada vez maiores. Já as nossas...

Também não quero ter (sempre) razão.

Enviei um mail para o José Maria a propósito da ida aí na segunda feira. Aguardo sua resposta mas se não estiver chovendo muito Mariangela e eu estaremos aí.

Abração!